quinta-feira, 10 de setembro de 2009

A vingança dos "sacanas"

Está oficialmente aberta a época cinematográfica.
Comecei por um dos meus favoritos, que mais uma vez demonstrou ser o MAIOR!
Além do excelente "casting" - que deu a conhecer ao mundo o fantástico coronel Landa -, o filme é mais europeu que americano. Em que filmes americanos há a preocupação de falar na língua original? Só me ocorre o "Apocalypto" e " A Paixão de Cristo", do Mel Gibson... Aqui os franceses falam francês, os alemães alemão, os americanos inglês e até há uma pitada de italiano no final! O Brad Pitt está excelente na pele de um tenente americano sedento de matar nazis e o resto do bando também não está nada mal.. Será "Inglorious Basterds" a maior obra-prima de Tarantino?

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Acabou. Boa Sorte...

Palavras sábias estas da Vanessa e do Ben...
Uma fusão perfeita.


"É só isso
Não tem mais jeito
Acabou, boa sorte

Não tenho o que dizer
São só palavras
E o que eu sinto
Não mudará

Tudo o que quer me dar
É demais
É pesado
Não há paz

Tudo o que quer de mim
Irreais
Expectativas
Desleais

That’s it
There's no way
It over, good luck

I have nothing left to say
It’s only words
And what I feel
Won’t change

Tudo o que quer me dar / Everything you want to give me
É demais / It´s too much
É pesado/ It’s heavy
Não há paz / There is no peace

Tudo o que quer de mim / All you want from me
Irreais / Isn´t real
Expectativas / Expectations
Desleais

Mesmo se segure
Quero que se cure
Dessa pessoa
Que o aconselha

Há um desencontro
Veja por esse ponto
Há tantas pessoas especiais

Now even if you hold yourself
I want you to get cured
From this person
Who advises you

There is a disconnection
See through this point of view
There are so many special people in the world
So many special people in the world
In the world
All you want
All you want

Now we're Falling into the night
Um bom encontro é de dois"

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Trance Dance

A minha curiosidade mística levou-me uma destas noites a participar num ritual de Trance Dance, a Dança da Transformação. Nenhum de nós sabia para o que ia, apenas que era uma espécie de "viagem espiritual". De vendas nos olhos e envolvidos pelo som de didgeridoos, djambés e maracas, era suposto dançar freneticamente e atingir a libertação. Enquanto me balançava na escuridão para tentar embarcar na tal viagem, decidi retirar a venda por momentos. Bad idea! Quebrei uma das regras e fui convidada a interromper a viagem por ali. Logo de seguida, uma das pessoas que me acompanhava saiu pelos mesmos motivos. Apenas um de nós conseguiu manter-se, ainda que não até ao fim. Será que é preciso estar de olhos fechados para atingir a "tal" libertação? Não será essa uma imposição demasiado redutora? Parece-me que há uma certa camada de pessoas que, querendo defender valores ligados à espiritualidade, se encontra demasiado espartilhada para atingir a "verdadeira" libertação.
Acabámos por prosseguir a noite no "nosso" mundo, em que os olhos nem sempre estão abertos, mas onde pelo menos temos a liberdade de escolher.
Mas quero tentar outra vez. Porque a curiosidade persiste...